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05 Jun. 2019 Concerto Cupertinos na Sé de Vila Real Concerto de Homenagem a Dom Amândio Tomás, pelo Grupo Vocal Cupertinos, na Sé de Vila Real, dia 7 junho, pelas 22 horas. Entrada livre.



A Fundação Cupertino de Miranda possui um agrupamento vocal profissional especializado na interpretação e divulgação do repertório polifónico português dos séculos XVI e XVII. É composto por oito elementos efetivos e tem uma atividade regular (tendencialmente mensal) ao longo de todo o ano, com um ponto culminante no Festival Internacional de Polifonia Portuguesa - organizado nos meses de Junho, Julho ou Setembro, com uma média de oito concertos ao longo de um período de duas semanas.

Estabelecido em 2009 no seio da Fundação Cupertino de Miranda - Vila Nova de Famalicão, Portugal – com o propósito de recuperar, estudar e divulgar o vastíssimo e ainda largamente por desvelar património musical português dos séculos XVI e XVII, o grupo vocal Cupertinos, inicialmente intitulado Cappella Musical Cupertino de Miranda, tem-se afirmado como um verdadeiro embaixador da Polifonia Portuguesa. Com uma sólida perspetiva de longo prazo assente numa média anual de concertos próxima das duas dezenas desde a sua estreia, os Cupertinos mantêm uma cadência contínua de descoberta e apresentação pública de obras inéditas que ascende já a oitenta. Duas das suas características diferenciadoras são uma rede de parcerias com muitos dos principais monumentos de Portugal, que garante uma simbiose histórica e acústica entre o repertório e os locais dos concertos, bem como uma ligação privilegiada à Universidade de Coimbra, que alberga um dos mais ricos repositórios musicais do Renascimento em todo o Mundo. Numa abordagem performativa sem precedentes, através de um estudo exaustivo que permite um conhecimento cada vez mais profundo das obras, vários destes inéditos têm sido transcritos, a partir das fontes originais, com a participação ativa dos próprios membros dos Cupertinos sob a orientação do diretor do grupo, Luís Toscano, e do musicólogo José Abreu.

Um som fresco e um carácter arrojado, com uma essência distintamente portuguesa nas entusiásticas interpretações de paixão ibérica, são a reconhecida marca das apresentações de um grupo que mereceu já o epíteto de Seleção Nacional da Polifonia Portuguesa.